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Aumento dos preços: conheça as principais causas da alta dos preços no país e a relação com a inflação. Veja também dicas para enfrentar essa fase.

aumento dos preços

 

 

Com certeza você já sentiu os impactos do aumento dos preços.

Mas, por que isso está acontecendo? O que realmente mudou no consumo dos brasileiros?

Neste conteúdo:

  • descubra as razões da alta dos preços e como isso afetou o comportamento dos consumidores;
  • entenda a relação do aumento dos preços com a inflação e com o mercado internacional;
  • veja quais alimentos ficaram mais caros e dicas importantes para superar essa fase.

Continue a leitura!

Como o aumento dos preços afeta o consumidor brasileiro?

Com o aumento dos preços, as mudanças no comportamento do consumidor brasileiro foram além de substituir a carne vermelha. 

O levantamento mais recente do Consumer Insights trouxe informações importantes sobre o tema. Segundo a pesquisa, as principais mudanças no comportamento dos brasileiros, em relação à alimentação foram:

  • aumento no consumo dentro do lar de bebidas alcóolicas e alimentos foi apontado por 62% dos entrevistados;
  • entre outubro e março de 2021 e foi verificado um aumento no consumo da carne de sol nas classes A e B, hambúrguer na C e salsicha liderou nas D e E;
  • o consumo do mingau também registrou aumento nas classes mais baixas.

Entretanto, mesmo com os preços mais altos, o consumo do serviço de delivery aumentou.  Pizzas, comidas de fast food, marmitas e bebidas não alcoólicas lideraram os pedidos em 2020. 

Ainda segundo a Consumer Insights, os produtos de limpeza também estão sofrendo com o aumento dos preços. Mesmo tendo sido itens bastante procurados na pandemia, agora, todas as categorias estão em retração e os consumidores estão priorizando mais as promoções.

Além disso, de acordo com dados divulgados pelo Sebrae da pesquisa realizada pela The Nielsen Company, em 2020, apontaram outras mudanças, como:

  • maior interesse por produtos que contribuem para a manutenção da saúde;
  • priorização de itens essenciais para prevenção do Covid-19, como o álcool em gel e máscara;
  • aumento de compras on-line e redução nas compras presenciais.

A relação entre a inflação e o aumento dos preços no Brasil

Em resumo, inflação é o nome dado ao aumento dos preços de várias categorias, de produtos e serviços. Juntas, elas são chamadas de cesta de produtos e incluem não somente alimentação, como habitação, transporte, vestuário, educação, saúde, comunicação e despesas pessoais. 

principal indicador do cálculo do percentual da inflação é o IPCA - Índice de Preços para o Consumidor Amplo. 

Por sua vez, o IPCA é calculado pelo IBGE mensalmente, considerando 10 regiões metropolitanas no país (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Salvador, Recife, Fortaleza, Belém e Vitória) e também Aracaju, Brasília, Campo Grande, Goiânia, São Luís e Rio Branco. 

Como consequência principal da inflação alta, tem-se  o encarecimento dos produtos e serviços e a redução no poder de compra. 

Basta pensar em quantos produtos você precisou substituir ou deixar de comprar no dia a dia, em razão do aumento dos preços. E quem sofre com isso são as classes mais baixas. 

Alta dos preços no Mundo

Vale ressaltar também que não é hoje que as coisas estão mais caras. Desde 2019, a cesta básica vem apresentando alta, logo, diferente do que muitos pensam, o Brasil não foi o único país afetado com o aumento dos preços. Atualmente, isso faz parte da realidade do mundo inteiro. 

No geral, a inflação mais alta pode ter diversas razões, como aumento na demanda e nos custos da produção. Nesse sentido, a pandemia é apontada por vários especialistas como a principal razão do aumento dos preços nos últimos tempos.

Afinal, a produção ficou parada por um certo tempo, causando desequilíbrio em toda a cadeia produtiva. Além disso, a desvalorização do real, a alta do dólar, a crise hídrica e do petróleo também contribuíram para o aumento dos preços. 

Desvalorização do real 

A desvalorização de uma moeda significa que ela está valendo pouco, em comparação com outras. A inflação alta juntamente com o aumento dos preços é uma das principais causas disso. 

Em 2020, o real foi a 6° moeda que mais se desvalorizou. Dessa forma, os produtos brasileiros ficam mais baratos para o mercado externo, fazendo a demanda internacional aumentar. 

Para os produtores, acaba sendo interessante a exportação, pois assim podem receber o pagamento em outra moeda mais valorizada, como o dólar por exemplo.

Isso ocasiona o desabastecimento do mercado nacional que para suprir as necessidades realiza a importação de produtos.

Contudo, a importação acaba saindo mais cara, considerando que o pagamento será realizado em outra moeda.

Alta do dólar

De acordo com a cotação realizada em setembro deste ano, a moeda está custando aos brasileiros R$5,32.  

Mas, como essas variações do dólar impactam a inflação? 

A força da economia americana faz com os Estados Unidos tenham o mercado financeiro mais líquido do mundo, além da estabilidade da sua moeda.

Como resultado, a economia mundial gira em torno do dólar. Então, da compra de um item da cesta básica, como o arroz, até uma transação internacional em um site é influenciada por essa moeda. 

Assim, quando eleva-se o valor do dólar ocorre o aumento dos preços em praticamente todos os produtos e serviços brasileiros. Inclusive, mesmo aqueles com alta produção interna, como a soja e o trigo. 

E, quando os insumos de matérias-primas precisam ser importados, os preços sobem mais ainda.

Crise hídrica

A seca prolongada, ou seja, a falta de chuva, impacta diretamente a produção agropecuária. Com isso, a inflação tem alta e ocorre o aumento dos preços. 

Sobretudo, sem chuva, as lavouras ficam prejudicadas e o fornecimento de energia elétrica fica comprometido e, inclusive, até as usinas térmicas, que geram mais custos, precisaram ser acionadas.

Além disso, a crise hídrica também impacta o crescimento da economia do país. Para se ter uma ideia, o PIB - Produto Interno Bruto já sofreu um recuo de 0,1%.

Com isso, podemos observar também o aumento da conta de luz, alimentos e serviços ficam mais caros

Petróleo mais caro

Você já reparou no aumento no preço da gasolina? Em algumas cidades, o litro está sendo comercializado a R$7,00.

Em resumo, o preço da gasolina e do diesel são formados a partir:

  • do valor cobrado pela Petrobrás nas refinarias;
  • da tributação federal, composta pelo PIS/Pasep, Cofins, Cide e ICMS;
  • dos custos da distribuição e revenda. Além disso, inclui-se os valores etanol anidro na gasolina e do biodiesel no diesel.

O real desvalorizado, alta do dólar e as questões políticas do país contribuem para o aumento da tributação e dos principais componentes dos combustíveis (etanol anidro e biodiesel).

Junto a isso, a demanda pela busca de combustíveis em escala mundial após a pandemia, o que estimula a alta dos preços. 

Alimentos que tiveram mais alteração no último ano segundo IPCA

O que é possível comprar hoje com R$100,00?  Há 26 anos, ter R$100,00 era o equivalente a R$625,00 atualmente. 

A gasolina, por exemplo, custava, em 1994, R$0,50 o litro. De lá para cá, a inflação acumulada é de aproximadamente 524,88%. 

O consumidor sente os efeitos disso em vários aspectos, principalmente na hora das compras do mês. 

Afinal, a cesta básica está mais cara em 15 capitais do país. Porto Alegre (R$656,92), Florianópolis (R$654,43) e São Paulo (R$640,51) são as cidades que lideram os preços mais altos.  Por outro lado, João Pessoa e Brasília apresentaram queda de 0,7% e 0,45% no valor da cesta básica, respectivamente. 

Esses dados são de uma pesquisa realizada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos - Dieese.

Sim, o clássico arroz, com feijão e carne está ameaçado.Conheça agora os alimentos que sofreram mais alta no último ano. 

Óleo de soja - 83,79% 

O óleo de soja apresentou queda de cerca de 1,53% em março e 5,06% desde janeiro.

Contudo, ele é um dos principais itens da cesta básica que ficou mais caro. No estado de São Paulo, por exemplo, a garrafa com 900ml de óleo de soja está custando quase 8 reais. 

Este valor é duas vezes maior que em fevereiro de 2020. Na época, era possível encontrar o mesmo produto por R$3,86.

As principais causas do aumento do preço do óleo de soja são:

  • o aumento da demanda do mercado internacional pelo produto. A China é o país que mais procura o grão;
  • a alta do dólar; 
  • os preços mais altos dos commodities em geral;
  • disparada no valor do óleo de palma, devido a diminuição dos estoques dos países exportadores, como Malásia e Tailândia. Nesse sentido, o resultado foi o aumento da  busca pelo óleo de soja. 

Além disso, as colheitas, tanto no Brasil quanto na América Latina estão atrasadas e os produtores estão com pouco estoque.

Como consequência, junto ao preço mais alto, está a oferta menor. Por isso, grandes redes de supermercados estão limitando a quantidade das vendas do produto por consumidor. 

Feijão-fradinho - 48,19%

Outro que está perdendo espaço no cardápio do brasileiro é o feijão-fradinho. O motivo é o aumento do preço desse alimento em 68,08%. Nesse sentido, o quilo passou de aproximadamente R$6,00 para mais de R$10,00, em algumas capitais. 

A solução pode até ser optar por outro tipo de feijão. Mas, não pode ser o preto: este registrou alta de 45,38%.

Acima de tudo, dentre os principais motivos que levaram a este aumento estão o fim da colheita na região sul e baixa oferta no mercado internacional.

Arroz - 46,21% 

O preço do arroz vem subindo desde o início da pandemia. 

No Rio Grande do Sul, por exemplo, o preço da saca de 50 quilos aumentou 109% ano passado. Essa informação é do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada - Cepea.

Antes da pandemia, o valor para essa quantidade de arroz era de aproximadamente R$50,00. Porém, durante o período, a saca chegou a mais de R$100,00. 

Além da valorização do dólar, outros fatores são responsáveis pelo aumento no preço do arroz, como:

  • altos custos na lavoura. Afinal, os fertilizantes, que são importados, ficaram mais caros;
  • aumento no consumo do produto, devido ao isolamento social. 
  • desabastecimento do mercado internacional. Alguns países produtores, como China, Índia e Vietnã, reduziram as suas exportações. 

Apesar disso, a tendência é que a saca fique entre R$72,00 e R$82,00 durante 2021, de acordo com números da Companhia Nacional de Abastecimento - Conab. 

Carne bovina - 35, 22 % 

Entre janeiro de 2020 e fevereiro de 2021 o preço da carne bovina apresentou alta de 35,22%. 

Um dos motivos que explicam esse aumento é a escassez das chuvas. Afinal, com isso, os produtores precisam gastar mais com rações, o que elevou os custos com a criação. 

Outra razão foi o aumento das exportações. No ano passado, de acordo com dados da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes, as exportações do produto somaram 8,53 bilhões.

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Como se organizar financeiramente para passar por esta fase de aumentos?

Os aumentos de preço são preocupações comuns da maioria das pessoas. Mas, o que fazer diante disso?

Em primeiro lugar entenda a sua realidade financeira. Parece óbvio, mas muitas pessoas sabem quanto ganham, porém, não tem certeza do quanto gastam. Depois, faça o seu planejamento financeiro.

Com ele, será mais fácil fazer os ajustes necessários, como o corte ou redução em alguns custos. Aliado a tudo isso, evite fazer novas dívidas e tente renegociar os débitos atuais.

Apesar de todas essas dicas, em alguns casos, o orçamento ainda poderá ficar apertado. Se precisar, conte com a Portocred e conheça as nossas soluções.

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